Intervention by Brazil 
on the Summit of the Americas mandate

"Regional Energy Cooperation"

XVII Summit Implementation Review Group
November 19, 1999

 

O estágio do desenvolvimento brasileiro exige pesados investimentos públicos e privados nos próximos anos. Investimentos para aperfeiçoar a infra-estrutura de transporte, telecomunicações e energia. O plano de Governo para o período 2000-2003, denominado Avança Brasil, mobiliza recursos da ordem de 600 bilhões de dólares, incluídos parcerias com o sector privado e governos estaduais. Desses recursos, para os sectores de energia e transporte, o Governo pretende destinar 106 bilhões, contemplando a construção de usinas hidreléctricas e termelétricas, assim como de linhas de transmissão de energia.

O advento de maior geração de energia Térmica coincide com o aumento do uso de gás natural. Atualmente, essa fonte energética contribui com apenas 2% da matriz energética, mas deve elevar-se a 10% nos próximos anos. Destaca-se a inauguração em 99 de um pipeline de 3.157 Km, ligando a Bolívia ao Estado de São Paulo. Este projecto constitui por sua envergadura um marco no processo de integração regional no campo energético. É importante também notar que o sector energético brasileiro está franco processo de privatização na forma de congregação ou produção independente. Esse avanço em direcção a um mercado aberto já está o anúncio de vários projectos para geração de energia termelétrica, que, por sua vez, irão reduzir uma profunda reforma do parque industrial.

Outra iniciativa que reforça o processo integracionista na região é a construção de linha de transmissão entre Brasil e Venezuela, que irá aumentar a oferta de energia em Boa Vista e no Norte de Roraima.

Breves Comentários sobre os Desafios que se Antepõem á Iniciativa Energética Hemisférica

[SIRG/1999/XVII/tracker.htm][SIRG/1999/XVII/tracker.htm]